ESTUDO ENERGÉTICO E ECONÔMICO DA ASSOCIAÇÃO DE CENTRAIS HIDRELÉTRICAS DE PEQUENO PORTE NO BRASIL COM OUTRAS RENOVÁVEIS PARA GERAÇÃO HÍBRIDA
Palavras-chave:
Energia solar, Hidrelétricas, Viabilidade econômicaResumo
Apesar da baixa correlação de Pearson entre vazão e irradiação solar, usinas com coeficientes próximos a -1 apresentaram maior viabilidade econômica. Concluiu-se que PCHs com menor garantia física tendem a ser mais viáveis, sendo a CGH Cotegipe a mais promissora para sistemas híbridos. Não se estabeleceu relação direta entre fator de capacidade hidrelétrica e viabilidade econômica, mas a usina com menor fator (PCH São Bernardo) aproveitou melhor a energia solar durante secas. Quanto menor o fator de capacidade, maior o aproveitamento fotovoltaico. A implementação de painéis flutuantes mostrou-se viável econômica e energeticamente, auxiliando na geração e viabilidade dos empreendimentos. Recomenda-se analisar a relação entre fator de capacidade e viabilidade, contabilizar excedentes solares e investigar correlações de Pearson em outras regiões para identificar complementaridade hidro-solar.